Desde seu primeiro móvel, OnePlus se caracterizou por competir de tu a tu com os móveis mais potentes por quase a metade do preço. Continuam plantando rosto e, em muitos aspectos, são a melhor opção, mas agora o preço ronda os 70% do que custam os seus concorrentes.

Esclarecido o ponto mais polêmico, o preço, apreciam-se melhorias notáveis. A mais importante está na câmara, a sua força habitual. Agora ele monta dupla lente de 20 megapixels, que oferece dois efeitos interessantes: zoom sem perder qualidade e retratos com fundo desfocados. Ao focar com duas lentes, é gerada uma profundidade de campo muito semelhante aos resultados de uma câmera dslr. É óbvio que não é o mesmo, mas nas mãos certas é uma grande ferramenta criativa. “Para alguém experiente é importante poder tocar o ISO da foto e trabalhar como se tivesse um arquivo RAW“, reitera o diretor.

Muito boa câmera

Foram pioneiros na gravação de vídeo em resolução 4K. Mantêm esta opção, mas agora com câmera lenta a 120 imagens por segundo na definição de 1080 pixels. A câmera frontal mantém os 16 megapixels do 3T, mas com o melhor sensor. Tanto na câmara posterior com a dianteira melhorou o foco, agora, é 40% mais rápido.

O seu carregador Dash, um sistema desenvolvido por eles, cheia a bateria de 3.300 MAh, 70% em menos de 20 minutos. Uma dose de tranquilidade. O terceiro pilar sobre o qual se sustenta é o processador. Usam o Snapdragon 835 da Qualcomm, o mais potente do mercado. Após verificar o catálogo, esta é a opção mais acessível para se fazer com este chip.

O mais apreciado pelos consumidores é a austeridade no software. Longe de introduzir programas próprios ou camadas de ícones adicionais, a empresa opta por um Android limpo, muito próximo ao que o Google oferece em seu Pixel ou da Motorola. Isto implica mais pós-personalização e rapidez na hora de abrir aplicativos. Usa Android 7.1 e mantêm a promessa de uma rápida atualização para L quando se livre por parte do Google.